Penso e peno
Como tão infunda e incansável dor adentra assim minha alma e simplesmente se aloja,
Assim como o vento frio, que incessantemente bate contra meu corpo e,
aos poucos instala-se em meus ossos à ponto de não mais querer sair
para dar lugar ao calor que um dia já me pertenceu.
Essa dor, é uma tormenta em minha mente, reflete-se em meu corpo deixando-me assim,
fora de mim, fora de meus preceitos e lástimas
Invade-me com uma fúria horrenda, uma força maléfica e simplesmente se instala,
sem mais perguntas ou intermédios, assim...
Quando me olho no fundo e me almejo, a minha mais insignificante miséria, deparo-me apenas com o sangue que é derramado de meu órgão mais profundo e precioso,
aquele cujo qual tento intensamente proteger mas, em vão...
Sempre tem um ser que vem, adentra meu bem mais precioso e saí, deixando sua marca...
A Adaga fincada e sangrando.
Existem dias em que a Alma não se cabe dentro do corpo e necessita de se libertar... de externar o que o mundo precisa ouvir e entender que a nada é mais sabio que sua alma.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
12 DE NOVEMBRO
"SE EU PUDESSE, FICARIA CONTIGO E SERIA SEU COLO ATÉ QUE AS FERIDAS DE SUA ALMA SE SICATRIZASSEM. BEIJARIA UMA POR UMA DAS SUAS FERIDAS COM BEIJOS DE CURA, TROCARIA SEU CORAÇÃO PARTIDO PELO MEU, NOVO E RESTAURADO, ELE SERIA SOMENTE E TODO SEU. APENAS TE OLHARIA DORMIR E VELARIA SEU SONO ATÉ QUE TUDO SE ACALMASSE E VOCÊ NÃO MAIS SENTISSE MEDO OU DOR ALGUMA."
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